{"id":791,"date":"2024-02-16T19:13:30","date_gmt":"2024-02-16T22:13:30","guid":{"rendered":"https:\/\/avicenamedicina.com.br\/?p=791"},"modified":"2024-02-16T19:13:30","modified_gmt":"2024-02-16T22:13:30","slug":"por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avicenamedicina.com.br\/index.php\/2024\/02\/16\/por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros\/","title":{"rendered":"Por que feij\u00e3o est\u00e1 sumindo do prato dos brasileiros"},"content":{"rendered":"<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Os brasileiros est\u00e3o perdendo o h\u00e1bito de comer feij\u00e3o diariamente, em meio a mudan\u00e7as culturais, avan\u00e7o dos alimentos ultraprocessados e aumento de pre\u00e7os do produto.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Seguindo a tend\u00eancia dos \u00faltimos anos, o feij\u00e3o deixar\u00e1 de ser consumido de forma regular \u2013 de 5 a 7 dias na semana \u2013 em 2025, conforme estudo do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade P\u00fablica da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">A partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passar\u00e1 a comer o alimento s\u00edmbolo nacional com frequ\u00eancia considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">A perda de espa\u00e7o do feij\u00e3o no prato nacional, e sua substitui\u00e7\u00e3o por alternativas menos saud\u00e1veis, tem consequ\u00eancias para a seguran\u00e7a alimentar e para a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo o levantamento da UFMG, n\u00e3o consumir feij\u00e3o est\u00e1 associado a uma chance 10% maior de desenvolver excesso de peso e 20% maior de obesidade, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 parcela da popula\u00e7\u00e3o que consome o produto com alguma frequ\u00eancia.<\/p>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"A-import\u00e2ncia-hist\u00f3rica-nutricional-e-social-do-feij\u00e3o-\" class=\"bbc-1f03ibc eglt09e0\" tabindex=\"-1\">A import\u00e2ncia hist\u00f3rica, nutricional e social do feij\u00e3o<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;O feij\u00e3o surgiu de uma miscigena\u00e7\u00e3o das nossas heran\u00e7as culin\u00e1rias&#8221;, observa a nutricionista Fernanda Serra Granado, que pesquisou o tema em seu doutorado na UFMG.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Segundo ela, a leguminosa j\u00e1 era um alimento nativo na Am\u00e9rica, conhecido pelos ind\u00edgenas, que consumiam os gr\u00e3os sem caldo, mesmo antes da coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solu\u00e7\u00e3o encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos tamb\u00e9m consumiam o alimento, adicionando seus saberes ao preparo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Mas a constru\u00e7\u00e3o do feij\u00e3o como um s\u00edmbolo nacional s\u00f3 vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;A\u00ed ele \u00e9 expresso em poesia, em m\u00fasicas e \u00e9 reconhecido como esse s\u00edmbolo identit\u00e1rio da nossa tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria&#8221;, diz Granado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-792 size-full\" src=\"https:\/\/avicenamedicina.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/0012.webp\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"602\" srcset=\"https:\/\/avicenamedicina.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/0012.webp 768w, https:\/\/avicenamedicina.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/0012-300x235.webp 300w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/p>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Em termos nutricionais, o feij\u00e3o \u00e9 rico em prote\u00ednas e minerais, incluindo o ferro, al\u00e9m das vitaminas C e do complexo B (\u00e0 exce\u00e7\u00e3o da B12, de origem animal) e fibras sol\u00faveis e insol\u00faveis, importantes para o bom funcionamento da digest\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Al\u00e9m de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o, o feij\u00e3o \u00e9 um marcador de qualidade da dieta&#8221;, afirma a pesquisadora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Isso porque o indiv\u00edduo, quando consome feij\u00e3o, acaba complementando o prato com outros alimentos saud\u00e1veis, como arroz, vegetais, salada e uma prote\u00edna animal. Ent\u00e3o, em geral, o feij\u00e3o \u00e9 um dos componentes de uma refei\u00e7\u00e3o nutricionalmente equilibrada.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Al\u00e9m da tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e do valor nutricional, a pesquisadora destaca a import\u00e2ncia social do feij\u00e3o na dieta brasileira.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;O feij\u00e3o \u00e9 um elemento de seguran\u00e7a alimentar e nutricional, porque a alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel \u00e9 um direito da popula\u00e7\u00e3o, previsto na Constitui\u00e7\u00e3o&#8221;, observa a nutricionista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">O cumprimento desse direito implica no acesso a alimentos saud\u00e1veis, de forma permanente, regular, em quantidade suficiente, sem que isso comprometa outras necessidades essenciais da vida, como moradia, vestu\u00e1rio, entre outras.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Por ser um alimento saud\u00e1vel e acess\u00edvel, o feij\u00e3o \u00e9 um elemento importante em termos sociais para garantia da seguran\u00e7a alimentar e nutricional&#8221;, conclui Granado.<\/p>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"Como-foi-feito-o-estudo-da-UFMG-\" class=\"bbc-1f03ibc eglt09e0\" tabindex=\"-1\">Como foi feito o estudo da UFMG<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Para analisar a evolu\u00e7\u00e3o do consumo de feij\u00e3o nos \u00faltimos anos no Brasil, a pesquisadora usou dados do Vigitel (Sistema de Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico), pesquisa feita anualmente por telefone pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;A POF [Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares] do IBGE de 2017 j\u00e1 mostrava uma redu\u00e7\u00e3o de 7% na participa\u00e7\u00e3o dos alimentos <i class=\"bbc-h1y5j7 eih42320\">in natura<\/i> no consumo dos brasileiros. Ao mesmo tempo, mostrava um aumento de 46% nos ultraprocessados, em rela\u00e7\u00e3o a 2002&#8243;, observa Granado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Foi isso que me instigou a investigar a tend\u00eancia no consumo do feij\u00e3o&#8221;, explica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Analisando dados do Vigitel de mais de 500 mil adultos entre 2007 e 2017, a pesquisadora observou uma tend\u00eancia de queda do consumo da leguminosa entre 2012 e 2017. A redu\u00e7\u00e3o aconteceu entre homens e mulheres, de todas as faixas et\u00e1rias.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">A partir da observa\u00e7\u00e3o do passado, ela ent\u00e3o utilizou m\u00e9todos estat\u00edsticos para projetar o que deve acontecer \u00e0 frente, at\u00e9 2030.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Para nossa surpresa, vimos essa invers\u00e3o em 2025, quando o consumo regular, de 5 a 7 dias por semana, vai perder preval\u00eancia para o consumo n\u00e3o regular, de 1 a 4 dias&#8221;, diz Granado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Entre as mulheres, a estimativa \u00e9 de que essa mudan\u00e7a j\u00e1 tenha acontecido no ano passado [em 2022], e para os homens, vai acontecer em 2029&#8221;, detalha a especialista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"O-que-explica-a-queda-de-consumo-nos-\u00faltimos-anos-\" class=\"bbc-1f03ibc eglt09e0\" tabindex=\"-1\">O que explica a queda de consumo nos \u00faltimos anos<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Mudan\u00e7as culturais e o avan\u00e7o dos ultraprocessados \u2013 alimentos cal\u00f3ricos e de baixo valor nutricional \u2013 est\u00e3o no centro da redu\u00e7\u00e3o do consumo de feij\u00e3o, segundo a pesquisadora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Na d\u00e9cada de 1980, h\u00e1 a entrada das grandes transnacionais de alimentos no Brasil e o avan\u00e7o da participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho, o que causa uma modifica\u00e7\u00e3o no perfil de consumo da popula\u00e7\u00e3o, com os ultraprocessados sendo percebidos como uma solu\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica para o dia a dia&#8221;, observa a nutricionista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Com o passar do tempo, h\u00e1 tamb\u00e9m uma perda de pr\u00e1ticas culin\u00e1rias, da habilidade em si de preparar os alimentos, com a tradi\u00e7\u00e3o de receitas que passavam entre gera\u00e7\u00f5es que come\u00e7a a se perder.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Um terceiro fator que pesa na redu\u00e7\u00e3o de consumo do feij\u00e3o \u00e9 o aumento de pre\u00e7os do produto, observa a especialista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Em 11 anos, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2023, o feij\u00e3o carioca acumula alta de pre\u00e7os de 122% e o feij\u00e3o preto, de 186%, comparado a uma infla\u00e7\u00e3o geral de 89% no per\u00edodo, segundo o IPC (\u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor) da FGV (Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Ou seja, em pouco mais de uma d\u00e9cada, o feij\u00e3o carioca dobrou de pre\u00e7o e o feij\u00e3o preto, quase triplicou.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Um dos fatores que explica esse encarecimento \u00e9 a perda de espa\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola de feij\u00e3o para commodities como a soja e o milho, explica Granado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-793 size-full\" src=\"https:\/\/avicenamedicina.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/0014.webp\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"478\" srcset=\"https:\/\/avicenamedicina.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/0014.webp 800w, https:\/\/avicenamedicina.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/0014-300x179.webp 300w, https:\/\/avicenamedicina.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/0014-768x459.webp 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a \u00e1rea plantada de feij\u00e3o no Brasil na safra 2022-2023 dever\u00e1 ser de apenas 859 mil hectares, a menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica com in\u00edcio em 1976. O n\u00famero representa uma redu\u00e7\u00e3o de 65% em rela\u00e7\u00e3o ao momento de auge, na safra 1981\/1982.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;O produtor acaba abandonando a produ\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o e outros alimentos que possuem valor agregado menor em compara\u00e7\u00e3o a commodities como soja e milho, que t\u00eam safras muito mais lucrativas, com demanda internacional&#8221;, observa Granado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Por fim, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 queda maior do consumo entre as mulheres, a especialista avalia que isso pode ser fruto da dupla jornada, que pode estar fazendo com que elas optem com mais frequ\u00eancia pela conveni\u00eancia dos ultraprocessados.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"Quais-as-consequ\u00eancias-para-a-sa\u00fade-de-comer-menos-feij\u00e3o-\" class=\"bbc-1f03ibc eglt09e0\" tabindex=\"-1\">Quais as consequ\u00eancias para a sa\u00fade de comer menos feij\u00e3o<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">O estudo da UFMG investigou ainda a rela\u00e7\u00e3o entre o consumo ou n\u00e3o de feij\u00e3o e a obesidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Segundo o levantamento, os indiv\u00edduos que consomem feij\u00e3o de forma regular, de 5 a 7 vezes por semana, t\u00eam chance 14% menor de desenvolver sobrepeso e 15% menor de serem obesos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">J\u00e1 o n\u00e3o consumo \u00e9 um fator de risco, com 10% de chance maior de excesso de peso e 20% de possibilidade maior de obesidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Conclu\u00edmos com isso a import\u00e2ncia das nossas escolhas alimentares sobre o nosso perfil de sa\u00fade&#8221;, diz Granado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;O indiv\u00edduo que n\u00e3o consome feij\u00e3o, ou consome uma ou duas vezes por semana \u2013 o que n\u00e3o \u00e9 suficiente \u2013 tem um fator de risco porque, muito provavelmente, nos dias em que ele tira o feij\u00e3o de sua alimenta\u00e7\u00e3o durante a semana, ele est\u00e1 fazendo op\u00e7\u00f5es n\u00e3o saud\u00e1veis. S\u00e3o essas op\u00e7\u00f5es que contribuem para o maior ganho de peso.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"O-que-o-poder-p\u00fablico-pode-fazer-para-mudar-esse-quadro-\" class=\"bbc-1f03ibc eglt09e0\" tabindex=\"-1\">O que o poder p\u00fablico pode fazer para mudar esse quadro<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Para Granado, para mudar esse quadro \u00e9 preciso uma revaloriza\u00e7\u00e3o do feij\u00e3o como um elemento da nossa cultura, um alimento s\u00edmbolo e parte da identidade nacional do pa\u00eds.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Para isso, ela sugere que seria desej\u00e1vel uma maior tributa\u00e7\u00e3o dos alimentos ultraprocessados e pouco saud\u00e1veis. Pa\u00edses como Fran\u00e7a e M\u00e9xico j\u00e1 adotam taxa\u00e7\u00e3o mais alta para bebidas a\u00e7ucaradas, por exemplo, com bons resultados, cita a especialista.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Outro passo importante \u00e9 a rotulagem nutricional. Granado avalia que o Brasil avan\u00e7ou nesse sentido com o novo padr\u00e3o de rotulagem, em vigor desde outubro de 2022, que indica a presen\u00e7a de alto teor de s\u00f3dio, gordura e a\u00e7\u00facar nos alimentos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">&#8220;Isso contribui para o consumidor ter uma consci\u00eancia melhor dos alimentos que ele est\u00e1 adquirindo e para que possa fazer escolhas melhores&#8221;, afirma.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"bbc-19j92fr ebmt73l0\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"bbc-hhl7in e17g058b0\" dir=\"ltr\">Por fim, a nutricionista defende que, al\u00e9m da taxa\u00e7\u00e3o dos alimentos n\u00e3o saud\u00e1veis, seria desej\u00e1vel subsidiar os saud\u00e1veis, por exemplo, por meio do incentivo \u00e0 agricultura familiar, para que o produto chegue a um pre\u00e7o mais baixo \u00e0s prateleiras, estimulando o consumo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os brasileiros est\u00e3o perdendo o h\u00e1bito de comer feij\u00e3o diariamente, em meio a mudan\u00e7as culturais, avan\u00e7o dos alimentos ultraprocessados e aumento de pre\u00e7os do produto. Seguindo a tend\u00eancia dos \u00faltimos anos, o feij\u00e3o deixar\u00e1 de ser consumido de forma regular \u2013 de 5 a 7 dias na semana \u2013 em 2025, conforme estudo do Programa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":794,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Por que feij\u00e3o est\u00e1 sumindo do prato dos brasileiros - AVICENA MEDICINA<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/avicenamedicina.com.br\/index.php\/2024\/02\/16\/por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por que feij\u00e3o est\u00e1 sumindo do prato dos brasileiros - AVICENA MEDICINA\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Os brasileiros est\u00e3o perdendo o h\u00e1bito de comer feij\u00e3o diariamente, em meio a mudan\u00e7as culturais, avan\u00e7o dos alimentos ultraprocessados e aumento de pre\u00e7os do produto. 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